terça-feira, 4 de março de 2014

O HOMEM DO NUNCA!




O homem do nunca, o homem do impalpável, o homem do não revelado; sempre será a desvirtuação das qualidades e das virtudes de um homem de Deus; alerta, mulheres, para não serem envolvidas nesse engodo, maior engano!
 
O homem do nunca jamais será fiel, jamais priorizará a verdade, jamais se entregará  de corpo e alma, e jamais amará verdadeiramente uma mulher; ela sempre será mais uma conquista, mais um troféu,  mais uma noite de prazer, apenas isso; triste desolação, o homem do nunca sempre será vazio e extremamente solitário.
 



''Sem a mulher, o homem seria rude, grosseiro, solitário, e ignoraria a graça, que não é senão o sorriso do amor. A mulher suspende em torno dela as flores da vida, como as lianas das florestas, que adornam os troncos dos carvalhos com as grinaldas afortunadas''. (François Chateaubriand)

 
 
 
 
 









 
 




segunda-feira, 3 de março de 2014

LEVEZA




''Leveza é a rede que embala o amor ora lentamente...
 ora freneticamente... sempre diariamente com delicadeza''
 
 
 
Leveza é abrir mão das miudezas para reter as grandezas.
 
Leveza é a fumaça que se esvaiu diante do vento avassalador.
 
Leveza é partir sem deixar o rastro, o peso da dor.
 
Leveza é a palavra escrita ou proferida que nos inspira a voar sem sair do chão.
 
Leveza é o pensamento que traça a rota sem ao menos viajar.
 
Leveza é o olhar, fitar respeitosamente sem ao menos tocar.
 
Leveza é a comida que sacia sem salivar, abocanhar avidamente.
 
Leveza é carregar a sua cruz persistentemente sem murmurar, nem penar.
 
Leveza é o beijo selado com a pureza do encontro das almas.
 
Leveza é o barco que navega sem a carga desnecessária do medo de tempestade.
 
Leveza é a verdade sendo revelada espontaneamente sem nenhuma nódoa, nem mácula da mentira.
 
Leveza é o abraço que te aninha em seu peito sem você sentir nenhum aperto ou sufoco.
 
Leveza das levezas é   ser agraciado com a presença de Cristo te carregando em Seus braços, quando você está cansado(a) e oprimido(a) pela aspereza de existir!
 
 
 
''As folhas levemente bailando, voando, a minha frente; sempre me ensinam uma preciosa lição; a ter leveza na hora da partida; a alma foi feita para voar sem apego a vida.
 
Num eterno outono, até o pleno repouso, no regaço do Pai.''