sábado, 8 de novembro de 2014

DÉBEIS ECOS!

 
 
 
Todo grito...Eco!
 
Toda agonia...Eco!
 
Toda dor...Eco!
 
Toda iniquidade...Eco!
 
Toda lascívia...Eco!
 
Toda cobiça...Eco!
 
Toda ira...Eco!
 
Toda defraudação...Eco!
 
Todo desamor...Eco!
 
Toda rejeição...Eco!
 
Toda solidão...Eco!
 
Todo escárnio...Eco!
 
Toda mentira...Eco!
 
Toda injustiça...Eco!
 
Toda inveja...Eco!
 
Toda deslealdade...Eco!
 
Toda maledicência...Eco!
 
Todo julgamento...Eco!
 
Toda afronta...Eco!
 
Todo tipo de traição...Eco!
 
Toda idolatria...Eco!
 
Todo orgulho, soberba...Eco!
 
Toda negritude...Eco!
 
 
Tudo que eu já vivi, experimentei, sofri, pequei, reprimi, leguei ...
 
Tudo são débeis ecos da realidade gritante
 
 Que Jesus Cristo viveu, sofreu e agonizou por amor a mim na Cruz do Calvário!
 







CHEGUEI ATRASADA PARA APRECIAR A CHUVA!

 
 
 
No relógio, as horas passam aceleradas demais, mas dentro do meu ser a morosidade predomina; sou muito lenta para viver a velocidade que os momentos acontecem e se esvaem. Cheguei atrasada para apreciar a chuva; o mês de novembro se iniciou, e eu ainda estou vivendo o apogeu da ventania que me levou de volta a mim mesma-- o aconchego de viver ensimesmada no outono--eterna renovação de sentimentos!
 
 
''Outono é outra primavera, cada folha uma flor''. (Albert Camus)